15 Jun 2017

A chuva de maio e do começo de junho de 2017 deixou o Rio Grande do Sul debaixo d´água. Os gaúchos praticamente não viram o sol durante o mês de maio por causa do excesso de nebulosidade e da chuva frequente. Só no oeste do Rio Grande do Sul choveu de 3 a 4 vezes mais do que o normal. 

A Emater/RS-Ascar, através da Gerência de Planejamento, realizou um levantamento preliminar sobre as consequências resultantes das intensas chuvas ocorridas. As informações são referentes ao período entre os dias 23 e 31 de maio e levou em conta os dados observados em 456 municípios do Rio Grande do Sul, entre os quais 177 informaram perdas e 279 informaram que não houve danos significativos.

Em termos de produção agrícola, o levantamento indica que dos 830 mil hectares cultivados com os principais grãos de verão e de inverno (por colher ou a plantar, respectivamente), 75 mil hectares foram afetados, resultando em aproximadamente 110 mil toneladas perdidas ou com sua qualidade prejudicada, sendo o milho, a soja e o trigo as culturas mais afetadas. O total de produtores atingidos nessas atividades soma 5.300.

Por que tanta chuva no Sul do Brasil?

A explicação para a chuva tão volumosa e frequente sobre o Sul do Brasil em maio e no começo de junho de 2017 não está apenas na passagem de frentes frias, mas também na grande quantidade de áreas de instabilidade (baixas pressões atmosféricas) que se formaram sobre o norte da Argentina e sobre o Paraguai e avançaram sobre o Sul do Brasil espalhando nuvens carregadas que provocaram muita chuva.

Fonte: Clima Tempo



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