Cotações do milho em Chicago iniciaram dezembro em patamares ligeiramente superiores aos observados no início de novembro

10 Dec 2021

 

Em novembro o Brasil importou 621 mil toneladas de milho, alta de 197% sobre o mesmo mês em 2020

Assim como o observado no mercado de soja, as cotações do milho em Chicago iniciaram dezembro em patamares ligeiramente superiores aos observados no início de novembro.

 

O contrato com vencimento em dezembro, por exemplo, subiu 0,5% no período, negociado na 4ª feira (8/12) a USD 5,84/bu. Para Setembro/22, entretanto, contrato que reflete parte da safrinha no Brasil, os preços andaram de lado, com o milho cotado a USD 5,65/bu.

 

Apesar da revisão para cima pelo USDA da utilização de milho para a produção de etanol nos Estados Unidos e uma consequente redução das projeções de estoques finais na safra 2021/22 em relação ao esperado em outubro, o bom andamento da colheita no país atrelado aos movimento de aversão ao risco derivado das incertezas em relação ao impacto da nova variante da Covid-19 pesaram sobre o mercado.

 

Segundo boletim da consultoria Agro do Itaú BBA, é válido ressaltar que tais fatores também se sobrepuseram às influências positivas das altas de trigo no período – diante da piora projetada da produção global e das restrições de exportações impostas pela Rússia – e da aceleração das exportações dos Estados Unidos, embora ainda estejam em patamares inferiores aos do ano passado.

 

A consultoria destaca ainda que no Brasil, as cotações voltaram a ceder diante da redução das exportações aliada ao bom avanço da semeadura e desenvolvimento da 1ª safra, embora algumas regiões do Rio Grande do Sul já tragam preocupações. O indicador Esalq BM&F/Bovespa do milho foi negociado no dia 6/12 a R$ 86,1/sc, queda de 1% desde o início de novembro.

 

Entretanto, é importante destacar que em novembro o Brasil importou 621 mil toneladas de milho, alta de 197% sobre o mesmo mês em 2020. Já as exportações apresentaram redução de 49% no mesmo período, com o Brasil embarcando apenas 2,4 milhões de toneladas.

 

 

 

 

Fonte: O Presente Rural



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