Do campo à indústria, projeto em SC deverá rastrear carne suína pelo DNA
20 Feb 2013
O maior estado brasileiro exportador de carne suína, Santa Catarina, está apostando em novas tecnologias para agradar os mercados que atende. Uma parceria entre o Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados de SC (Sindicarne) e a Embrapa Suínos e Aves propõe um projeto de rastreabilidade por meio do DNA dos animais. Para implementar o novo método, duas reuniões já foram realizadas entre as entidades.
A tecnologia consiste em vincular o DNA de cada animal ao seu histórico na granja até o abate. Caberia à Embrapa auxiliar no registro e armazenamento das informações com a devida segurança. Em um projeto piloto, o Sindicarne/SC realizou o experimento e conseguiu agilizar em mais de sete vezes o embarque de um container carregado de carne suína. Na ocasião, um chip com todas as informações da carga foi anexo ao container, tornando desnecessária nova inspeção da carga. Com este procedimento, o produto permaneceu apenas 10 horas no porto, ao invés dos três dias habituais.
Com o sistema já aprovado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o próximo passo é disponibilizá-lo às agroindústrias exportadoras de Santa Catarina.
A rastreabilidade animal por DNA é segunda etapa deste mesmo projeto, já que o chip assegura a origem do produto da indústria ao porto. “O que vai se fazer agora é ter a mesma garantia do campo até a agroindústria”, disse Clever Pirola, presidente do Sindicarne, em material divulgado pela Embrapa Suínos e Aves.
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com informações de Embrapa Suínos e Aves
Fonte: Rural Centro