14 Jan 2022

Chicago fica estável e especula mais perdas na América do Sul do que as relatadas pelo USDA

 

A Bolsa Brasileira (B3) segue operando em campo positivo para os preços futuros do milho nesta sexta-feira (14). As principais cotações vão se sustentando na faixa entre R$ xxx e R$ xxx por volta das 11h49 (horário de Brasília).

 

O vencimento janeiro/22 era cotado à R$ 96,57 com valorização de 0,82%, o março/22 valia R$ 98,60 com ganho de 0,41%, o maio/22 era negociado por R$ 94,79 com alta de 0,79% e o julho/22 tinha valor de R$ 89,35 com elevação de 0,56%.

 

De acordo com a análise da Agrifatto Consultoria, “sinalizando equilíbrio entre compradores e vendedores, a saca do milho em Campinas/SP ensaia estabilidade nos R$ 96,00/sc. Enquanto a B3 pouco se movimenta com valorização”.

Mercado Externo

 

Os preços internacionais do milho futuro operam com flutuações em campo misto, mas muito próximas da estabilidade na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta sexta-feira.

 

Por volta das 11h38 (horário de Brasília), o vencimento março/22 era cotado à US$ 5,88 com alta de 0,50 pontos, o maio/22 valia US$ 5,89 com elevação de 0,25 pontos, o julho/22 era negociado por US$ 5,87 com queda de 0,50 pontos e o setembro/22 tinha valor de US$ 5,67 com ganho de 0,25 pontos.

 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos da safra antiga seguem próximos ao limiar de US$ 5,90 o bushels com o mercado acreditando que, mesmo com as chuvas previstas no Brasil e na Argentina neste fim de semana, os danos causados pelo calor nas lavouras da região sul-americana nas últimas semanas podem ser mais severos do que as estimativas de produção do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

 

 

 

 

Fonte: Notícias Agrícolas



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